Quem sabe o cão olhe por entre as frestas da porta...da porta que está de baixo dos pés. A porta é o segredo, onde calça e sustenta o mundo. Onde firma nossas cabeças... onde as mesmas rolam... de onde tudo volta. É lá onde o cão esconde o osso.Onde Druva mora e seu olho não se fecha... onde nunca lacrimeja. Um olho que come cabeças. Olho que tudo vê sem respirar... Druva a minimalista incansável onde o atonal se expressam de forma clara e ruidosa. Então que firam os ouvidos!!!! Clama Druva de seu olho.
domingo, 8 de julho de 2007
Quem sabe o cão olhe por entre as frestas da porta...da porta que está de baixo dos pés. A porta é o segredo, onde calça e sustenta o mundo. Onde firma nossas cabeças... onde as mesmas rolam... de onde tudo volta. É lá onde o cão esconde o osso.Onde Druva mora e seu olho não se fecha... onde nunca lacrimeja. Um olho que come cabeças. Olho que tudo vê sem respirar... Druva a minimalista incansável onde o atonal se expressam de forma clara e ruidosa. Então que firam os ouvidos!!!! Clama Druva de seu olho.
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